Leiam e comentem mais uma matéria do Analisando!
Analisando: eu não entendo
A matéria do Analisando de hoje é, em parte, uma reunião de algumas indagações que tenho que não me fazem entender determinados assuntos, aspectos, características relacionadas à banda.
Atualmente, muitos fãs da banda questionam essa nova roupagem, essa nova 'cara' que a Calypso está formando e muitos deles vêm desaprovando tais medidas, que, segundo os mesmos, só vem a distanciar a Banda Calypso de suas origens. Bom, vamos ver algumas coisas que eu não entendo e, quem sabe, vocês possam dar-nos as respostas para tais questionamentos.
Atualmente, muitos fãs da banda questionam essa nova roupagem, essa nova 'cara' que a Calypso está formando e muitos deles vêm desaprovando tais medidas, que, segundo os mesmos, só vem a distanciar a Banda Calypso de suas origens. Bom, vamos ver algumas coisas que eu não entendo e, quem sabe, vocês possam dar-nos as respostas para tais questionamentos.
"Homens, dancem sem parar!"
"Homens, dancem sem parar!": parece que esta é a nova ordem vigente na Banda Calypso. De uns tempos para cá, a Sra. Joelma Mendes vem trabalhando com um corpo de dançarinos apenas masculino. As meninas? Acredito que ficam descansando atrás do palco e só entram de uma vez ou outra para fazer alguma coisa. Dançar mesmo? Só os homens.
Eu não entendo o porquê dessa nova ordem. Muitos acreditam que o corpo de bailarinos formado apenas por homens realça a imagem da Joelma no palco. Sério? Eu não vejo muita diferença. Sinto até que deixa o palco um pouco obscuro. A presença feminina no ballet dá mais brilho, além de realçar mais Joelma do que só os homens ao seu redor. Além disso, outro aspecto que a Banda Calypso, infelizmente, vem perdendo é a dança entre casais. Como todas as músicas agora praticamente vêm coreografadas do início ao fim, o "baile" dos dançarinos foi deixado de lado.
Até quando essa nova ordem estará imposta na Banda Calypso nós não sabemos, mas que não está perto de acabar, ah... isso não tá não.
Eu não entendo o porquê dessa nova ordem. Muitos acreditam que o corpo de bailarinos formado apenas por homens realça a imagem da Joelma no palco. Sério? Eu não vejo muita diferença. Sinto até que deixa o palco um pouco obscuro. A presença feminina no ballet dá mais brilho, além de realçar mais Joelma do que só os homens ao seu redor. Além disso, outro aspecto que a Banda Calypso, infelizmente, vem perdendo é a dança entre casais. Como todas as músicas agora praticamente vêm coreografadas do início ao fim, o "baile" dos dançarinos foi deixado de lado.
Até quando essa nova ordem estará imposta na Banda Calypso nós não sabemos, mas que não está perto de acabar, ah... isso não tá não.
Mas, e as coreografias?
Não sei se isso é observado por vocês, mas a Calypso está mudando e mudou muito nos últimos anos. Mudanças são boas, ajudam ao grupo a modernizar-se, a integrar-se a um novo panorama da música nacional, mas mudanças são "difíceis de engolir", ainda mais quando sabemos que tais aspectos vinham desde a sua origem. Um exemplo desse aspecto são as coreografias da banda.
Antes feitas exclusivamente por Joelma, as coreografias hoje são ajudadas pelo dançarino Leicy, que além de trabalhar no corpo de bailarinos no palco, ajuda à banda a coreografar, agora, as partes intermediárias da música (partes estas que Joelma não dança, ou dança pouco). Podemos dizer que ficou legal essa nova postura de coreografar a música toda? Em parte, sim. Em outra, não. As músicas começaram a ficar tudo parecidas (não no quesito de letra e ritmo, mas em visual). Não vemos mais os casais em cena dançando aleatoriamente sobre o palco, mas sim homens dançando sicronizados passos que muitas vezes nem condizem com a música.
As coreografias, em si, perderam muito no quesito criatividade. O exemplo mais novo é o da música "O que é que adianta", que traz os dançarinos, quase por toda a música, parados. Só dançam mesmo no refrão. Os passos encenados pelos dançarinos estão cada vez mais parecidos com o que a banda Calcinha Preta traz, que são passos aleatórios e que às vezes não seguem o ritmo da música. Se fosse em uma ou outra música, ainda era aceitável. Mas, essa postura já vem cansando muitos fãs pelo Brasil à fora. Não dá para entender essa certa 'perda de identidade'.
Antes feitas exclusivamente por Joelma, as coreografias hoje são ajudadas pelo dançarino Leicy, que além de trabalhar no corpo de bailarinos no palco, ajuda à banda a coreografar, agora, as partes intermediárias da música (partes estas que Joelma não dança, ou dança pouco). Podemos dizer que ficou legal essa nova postura de coreografar a música toda? Em parte, sim. Em outra, não. As músicas começaram a ficar tudo parecidas (não no quesito de letra e ritmo, mas em visual). Não vemos mais os casais em cena dançando aleatoriamente sobre o palco, mas sim homens dançando sicronizados passos que muitas vezes nem condizem com a música.
As coreografias, em si, perderam muito no quesito criatividade. O exemplo mais novo é o da música "O que é que adianta", que traz os dançarinos, quase por toda a música, parados. Só dançam mesmo no refrão. Os passos encenados pelos dançarinos estão cada vez mais parecidos com o que a banda Calcinha Preta traz, que são passos aleatórios e que às vezes não seguem o ritmo da música. Se fosse em uma ou outra música, ainda era aceitável. Mas, essa postura já vem cansando muitos fãs pelo Brasil à fora. Não dá para entender essa certa 'perda de identidade'.
Festival de Verão: evento de "multi-ritmos"?
Desde a última quarta-feira (25), acontece em Salvador uma das maiores festas que iniciam o ano no Nordeste: é o Festival de Verão. Realizado em quatro dias de festa, o evento reúne os mais variados artistas, dos mais variados ritmos. Eu não entendo o motivo de não haver um convite à Banda Calypso para tocar em uma terra que Joelma e Chimbinha são adorados ao extremo. Se há convite ou se algum dia já houve, não sabemos, mas a banda nunca pisou no palco do festival. Um evento que vai do axé até o sertanejo, passando pelo pop e pelo rock e até mesmo por atrações internacionais, poderia muito bem inserir o ritmo da Calypso na programação.
Será realmente que o Festival de Verão (que por ser realizado em Salvador muitas vezes dá-nos a impressão de ser uma festa de axé) é um evento de "multi-ritmos"? Se colocam Ivete Sangalo, Capital Inicial, Aviões do Forró e Luan Santana no mesmo palco, com certeza deve ter uma brechinha para a Banda Calypso no evento. Espero que nas próximas edições a equipe organizadora pense mais nisso.
Será realmente que o Festival de Verão (que por ser realizado em Salvador muitas vezes dá-nos a impressão de ser uma festa de axé) é um evento de "multi-ritmos"? Se colocam Ivete Sangalo, Capital Inicial, Aviões do Forró e Luan Santana no mesmo palco, com certeza deve ter uma brechinha para a Banda Calypso no evento. Espero que nas próximas edições a equipe organizadora pense mais nisso.
Bloco romântico ou agitorromântico?
"Quando eu digo que a Banda Calypso mudou, e mudou mesmo, as pessoas vêm com quatro pedras na mão". Esse é o depoimento de uma fã, que pediu para não se identificar, ao perguntarmos para a mesma como ela estava vendo a "nova" Banda Calypso. Isso faz-nos lembrar do atual bloco romântico que a banda vem apresentando em seus shows.
Seria bloco romântico ou agitorromântico? Acredito que está mais para a segunda opção. Atualmente, a Sra. e o Sr. Calypso vem incorporando cada vez mais músicas agitadas no bloco romântico. Entendam "agitadas" músicas de ritmo calipso (como "Príncipe Encantado", "Me Telefona"...). Isso é bom? Num show, sim. Muitos espectadores de shows, não tão fãs da banda, vão ao espaço para curtir, dançar, pular e, em parte, o bloco romântico tira um pouco a satisfação dessas pessoas que vão assistir ao show. Mas, o que não entendo é a "teimosia" da Sra. Joelma em utilizar vestidos cada vez mais longos, até mesmo com caldas, para dançar em músicas mais agitadas no bloco.
Tais vestidos vêm atrapalhando e muito a performance de Joelma, que por muitas vezes quer dançar e não consegue, ou consegue mas vive sendo atrapalhada pelo vestido. Além disso, os dançarinos já foram incorporados ao bloco romântico, fazendo as já conhecidas coreografias de toda a música. Se Joelma realmente quer continuar cantando músicas agitadas no bloco romântico, deveria fazer um vestido que seja curto, sem calda e que não deixe de ter o apelo romântico do bloco ou um vestido desmontável, para que ajudasse a mesma nos momentos de cantar as músicas mais agitadas. Isso eu não entendo!
Seria bloco romântico ou agitorromântico? Acredito que está mais para a segunda opção. Atualmente, a Sra. e o Sr. Calypso vem incorporando cada vez mais músicas agitadas no bloco romântico. Entendam "agitadas" músicas de ritmo calipso (como "Príncipe Encantado", "Me Telefona"...). Isso é bom? Num show, sim. Muitos espectadores de shows, não tão fãs da banda, vão ao espaço para curtir, dançar, pular e, em parte, o bloco romântico tira um pouco a satisfação dessas pessoas que vão assistir ao show. Mas, o que não entendo é a "teimosia" da Sra. Joelma em utilizar vestidos cada vez mais longos, até mesmo com caldas, para dançar em músicas mais agitadas no bloco.
Tais vestidos vêm atrapalhando e muito a performance de Joelma, que por muitas vezes quer dançar e não consegue, ou consegue mas vive sendo atrapalhada pelo vestido. Além disso, os dançarinos já foram incorporados ao bloco romântico, fazendo as já conhecidas coreografias de toda a música. Se Joelma realmente quer continuar cantando músicas agitadas no bloco romântico, deveria fazer um vestido que seja curto, sem calda e que não deixe de ter o apelo romântico do bloco ou um vestido desmontável, para que ajudasse a mesma nos momentos de cantar as músicas mais agitadas. Isso eu não entendo!
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